BRASÍLIA, 4 de maio (Reuters) - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta terça-feira que o Brasil está pronto para taxas maiores de crescimento econômico, mas descartou uma meta para isso.

"O Brasil está preparado para um crescimento maior. O Brasil já mostrou que pode crescer mais de 5 por cento de forma sustentável, mantendo as contas públicas sob controle e mantendo a inflação sob controle", afirmou a jornalistas.

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BRASÍLIA, 4 de maio (Reuters) - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta terça-feira que o Brasil está pronto para taxas maiores de crescimento econômico, mas descartou uma meta para isso.

"O Brasil está preparado para um crescimento maior. O Brasil já mostrou que pode crescer mais de 5 por cento de forma sustentável, mantendo as contas públicas sob controle e mantendo a inflação sob controle", afirmou a jornalistas.

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Mantega: Brasil está pronto para crescer em ritmo maior

BRASÍLIA, 4 de maio (Reuters) - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta terça-feira que o Brasil está pronto para taxas maiores de crescimento econômico, mas descartou uma meta para isso.

"O Brasil está preparado para um crescimento maior. O Brasil já mostrou que pode crescer mais de 5 por cento de forma sustentável, mantendo as contas públicas sob controle e mantendo a inflação sob controle", afirmou a jornalistas.

Reuters |

BRASÍLIA, 4 de maio (Reuters) - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta terça-feira que o Brasil está pronto para taxas maiores de crescimento econômico, mas descartou uma meta para isso.

"O Brasil está preparado para um crescimento maior. O Brasil já mostrou que pode crescer mais de 5 por cento de forma sustentável, mantendo as contas públicas sob controle e mantendo a inflação sob controle", afirmou a jornalistas.

Questionado sobre se o governo poderia adotar uma meta de crescimento, ele respondeu que é muito difícil acertar essa questão.

Em relação à taxa de câmbio, ele disse que ela está estabilizada e previu uma volatilidade menor.

"Você tem uma volatilidade menor do câmbio brasileiro desde que nós tomamos a medida (de imposição de alíquota de 2 por cento) do IOF. Acredito que nós vamos manter uma volatilidade menor do câmbio."

(Reportagem de Isabel Versiani e Ana Nicolaci da Costa)

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