Mansão de Bruce Lee em Hong Kong pode virar museu, diz jornal

HONG KONG (Reuters) - Uma mansão de luxo em Hong Kong que pertenceu à lenda do kung fu Bruce Lee pode virar museu, disse um jornal na quinta-feira. O filantropo bilionário Yu Panglin pôs a mansão de dois andares, no bairro de luxo de Kowloon, à venda, mas mudou de idéia, de acordo com o jornal South China Morning Post.

Reuters |

'Vou considerar as opiniões da comunidade e de diferentes lados. Posso considerar doar a propriedade se a maioria achar que devemos preservá-la', disse Yu na reportagem, acrescentando que recusou uma oferta equivalente a 13 milhões de dólares.

Lee, que morreu de forma misteriosa em 1973, aos 32 anos, estrelou clássicos como 'O Dragão Chinês', 'Jogo da Morte' e 'Operação Dragão'.

Ele é venerado por adeptos das artes marciais e cinéfilos do mundo todo por ter popularizado o kung fu como gênero cinematográfico, além de ter impulsionado a era de ouro do cinema de Hong Kong, no fim dos anos 1960.

Apesar dos muitos fãs, Hong Kong tem feito pouco para preservar a memória de Lee --que nasceu nos Estados Unidos, mas adotou a cidade.

'Essa notícia seria fantástica porque os fãs e a comunidade não teriam dinheiro para comprar esta propriedade', disse Michael Tien, membro do fã clube de Bruce Lee de Hong Kong, segundo o jornal.

O governo disse que consideraria a possibilidade de transformar a espaçosa residência de Bruce Lee em museu, tomando como exemplo outros memoriais, como o Beatles Story, em Liverpool, e a Graceland de Elvis Presley, em Tennessee.

'Acho que a comunidade gostaria de ver uma solução criativa que envolveria o setor privado', disse uma autoridade do setor de turismo, segundo o jornal.

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