Alexandre presta depoimento em Distrito Policial de São Paulo A defesa: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/04/03/em_cartas_pai_e_madrasta_de_isabella_afirmam_inocencia_1257049.html target=_topEm cartas, casal diz que é inocente " / Alexandre presta depoimento em Distrito Policial de São Paulo A defesa: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/04/03/em_cartas_pai_e_madrasta_de_isabella_afirmam_inocencia_1257049.html target=_topEm cartas, casal diz que é inocente " /

Mãe de Isabella Nardoni faz nova homenagem à filha em página do Orkut

SÃO PAULO - Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella Nardoni, que nesta sexta-feira comemoria 6 anos, fez uma nova homenagem à filha no Orkut. Procurada pela reportagem do Último Segundo, a família de Ana Carolina disse apenas que todos ficariam juntos nesta sexta-feira, mas preferiu não detalhar se haveria homenagens para Isabella. http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/04/18/comeca_o_depoimento_de_alexandre_nardoni_1277399.htmlAlexandre presta depoimento em Distrito Policial de São Paulo A defesa: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/04/03/em_cartas_pai_e_madrasta_de_isabella_afirmam_inocencia_1257049.html target=_topEm cartas, casal diz que é inocente

Redação |

Logo pela manhã, Ana Carolina foi ao cemitério Parque dos Pinheiros, localizado no Jaçanã, onde foi realizado o enterro da menina. A direção do cemitério fechou o local para que a mãe pudesse visitar o túmulo de Isabella, que morreu no dia 29 de março ao ser jogada do sexto andar do prédio onde o pai e madrasta da menina moravam.

No Orkut, Ana Carolina, que já tinha escrito um trecho da música "Eu sei que vou te amar" à filha, deixou a seguinte mensagem para Isabella:

Reprodução
"A morte não é tudo. Não é o final. Eu apenas passei para a sala seguinte. Nada aconteceu. Tudo permanece exatamente como foi. Eu sou eu, você é você, e a antiga vida que vivemos tão maravilhosamente juntos permanece intocada, imutável.

O que quer que tenhamos sido um para o outro, ainda somos. Chame-me pelo antigo apelido familiar. Fale de mim da maneira que sempre fez. Não mude o tom. Não use nenhum ar solene ou de dor. Ria como sempre fizemos das piadas que desfrutamos juntos. Brinque, sorria, pense em mim, reze por mim.

Deixe que o meu nome seja uma palavra comum em casa, como foi. Faça com que seja falado sem esforço, sem fantasma ou sombra. A vida continua a ter o significado que sempre teve. Existe uma continuidade absoluta e inquebrável.

O que é esta morte senão um acidente desprezível? Porque ficarei esquecido se estiver fora do alcance da visão? Estou simplesmente à sua espera, como num intervalo, bem próximo, na outra esquina. Está tudo bem!"

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