Loane Maranhão Thé ouvia depoimento de um suspeito de estuprar as duas filhas adolescentes, quando ele sacou uma faca de cozinha e atacou a policial, que morreu no hospital

Loane Maranhão Thé colhia depoimento de suspeito de estupro quando ele sacou uma faca e atacou a escrivã
Reprodução/Facebook
Loane Maranhão Thé colhia depoimento de suspeito de estupro quando ele sacou uma faca e atacou a escrivã

A escrivã de polícia Loane Maranhão Thé morreu após ser esfaqueada dentro da Delagacia da Mulher, onde trabalhava na cidade de Caxias, a 360 km de São Luis, na tarde desta quinta-feira (15). Uma investigadora também foi ferida, mas foi socorrida e passa bem.

Segundo a Polícia Cívil do Maranhão, Loane, que não teve a idade divulgada, ouvia o depoimento do gari Francisco Alves, 42 anos, acusado de estuprar as duas filhas adolescentes, quando ele sacou uma faca de cozinha e atacou a escrivã, que foi atingida no coração. A investigadora Marilene Almeida, de 47 anos, entrou na sala ao ouvir os gritos e também foi ferida entre as costelas. 

Loane chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital. Marilene não corre risco de morrer. 

Ainda de acordo com a polícia, Alves saiu da delegacia sem ser impedido, mas foi preso cerca de 30 minutos depois. 

O corpo de Loane foi levado para Teresina, capital do Piauí, onde ela morava, e será enterrado na tarde desta sexta-feira (16). 

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