Família de menina que morreu em São Luís cobra combate à violência

Por Agência Estado |

compartilhe

Tamanho do texto

Família de Ana Clara, que teve 95% do corpo queimado em ataque a ônibus, celebrou missa de sétimo dia no domingo

Agência Estado

A família da menina Ana Clara, que morreu após ter 95% do corpo queimado, cobrou combate à violência por parte do governo, antes da missa de 7º dia, no domingo (12), em São Luís. "Ver quem cometeu o crime contra minha filha preso alivia muito, mas não traz ela de volta", disse o pai, Wenderson de Sousa, de 25 anos.

Conheça a home do Último Segundo

Disputa do tráfico e influência do PCC guiam facções no Maranhão

Sarney: crise no sistema prisional é “campanha contra o Maranhão”

A família foi à Paróquia Nossa Senhora da Conceição vestindo camisetas com a foto de Ana Clara e do bisavô, Dasico, de 80 anos, que morreu de problemas cardíacos ao saber do ataque à menina. A mãe da criança está internada em Brasília. A Igreja Católica também realizou missas em homenagem à menina em toda a capital. 

Leia tudo sobre: brasilmaranhãoviolênciasegurança

compartilhe

Tamanho do texto

notícias relacionadas