Lula reclama de excesso de violência na televisão

RIO DE JANEIRO - No culto de comemoração pelos 150 anos da Igreja Presbiteriana no Brasil, no centro do Rio de Janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reclamou das TVs abertas e fechadas pelo excesso de violência na programação.

Agência Estado |

O presidente disse que, se houvesse uma aferição de "quantos filmes falam de integração familiar, de amor, de paz, a gente ia perceber que o percentual é infinitamente menor do que a quantidade de filmes que começam atirando, terminam atirando e no meio matam pessoas que a gente nem consegue entender por quê".

Lula afirmou que "muito mais graves que os problemas econômicos, sociais, existe um problema crônico que é a degradação da estrutura familiar deste País". "Quantos momentos de bons ensinamentos temos na televisão, a nacional e a importada?", questionou o presidente.

Divulgação
Lula participa das comemorações do sesquicentenário da Igreja Presbiteriana do Brasil
Lula disse que está na Presidência da República "por obra de Deus" e que nenhum livro de ciência política do passado poderia prever a união "de um grande empresário e um operário" para chegar ao poder, citando o vice-presidente, José Alencar.

Bate-boca no Senado

Lula criticou o bate-boca entre os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Tasso Jereissati (PSDB-CE) ocorrido esta semana. Sem citar diretamente os nomes dos parlamentares, Lula classificou a discussão como "abaixo da média".

"Vamos ver os debates que estão acontecendo no nosso querido Senado. Uma instituição tão importante para a democracia deste país e recentemente o nível do debate está abaixo da média de compreensão da nossa sociedade", disse Lula durante a cerimônia.

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