O presidente Luiz Inácio Lula da Silva usou parte de seu discurso realizado hoje, em evento no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), para negar o aspecto eleitoreiro atribuído à visita, a terceira nos últimos dois anos, e pelo menos três anos antes de o empreendimento ficar pronto. Eu adotei como filosofia de vida aquela em que é o olho do dono que engorda o porco.

Tenho que ver se as coisas estão funcionando", disse.

Lula destacou o fato de as obras terem estado sob suspeita do Tribunal de Contas da União (TCU) por superfaturamento. "Se a gente não fica esperto, esta obra estaria parada. A Petrobras teria que ter mandado embora 27 mil trabalhadores porque se levantou suspeita de sobrepreço nas obras. Quando o Congresso Nacional pediu a paralisação das obras, eu vetei. Vetei porque senão teriam que ter sido mandados embora estes trabalhadores", afirmou.

"Agora vamos fazer todas as investigações que temos que fazer, mas o que não se pode é fazer investigação tendo 27 mil chefes de família sem trabalho de uma hora para outra", disse Lula, que foi aplaudido pelo público presente no local.

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