Lula lamentou morte na Granja do Torto, diz porta-voz

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi informado hoje sobre o incidente ocorrido na Granja do Torto, que resultou na morte do cabo do Exército Jeferson de Oliveira Santos, após ser atingido com tiros disparados por um soldado do regimento de Cavalaria de Guardas. Em entrevista, o porta-voz do Planalto, Marcelo Baumbach, disse que o presidente lamentou o ocorrido e explicou que o cabo foi ferido gravemente na Granja do Torto e morreu no Hospital das Forças Armadas.

Agência Estado |

De acordo com o porta-voz, um Inquérito Policial Militar (IPM) foi instaurado para investigar o caso. Ele não revelou a motivação do crime e nem quantos tiros foram dados. Os envolvidos estavam em serviço dentro da Granja do torto, local usado pelo presidente Lula e sua família nos fins de semana para descanso, ou para a realização de reuniões ministeriais.

"Os fatos envolvem militares, em local sob guarda militar e com outras características que poderiam configurar crime militar. Este tipo de crime é previsto no Código penal militar", disse o porta-voz, acrescentando que "o soldado da guarda foi preso em flagrante e está sob custódia à disposição da Justiça Militar". O nome do soldado que atirou no cabo não será divulgado pelo Planalto, segundo o porta-voz, enquanto não forem definidos os respectivos encarregados do inquérito.

De acordo com Baumbach, o autor do crime estava sendo ouvido para a formação do IPM e permanecerá preso no quartel da Polícia do Exército. O inquérito policial militar tem prazo de 30 dias para ser concluído, podendo ser prorrogado por mais 30 dias. Testemunhas também estavam sendo ouvidas.

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