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Lula faz discurso bem humorado na saída de ministros

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou com bom humor seu discurso durante a http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2010/03/31/o+ministerio+do+segundo+escalao+9444930.html target=_topcerimônia de despedida de dez ministros que deixam nesta quarta-feira os cargos para concorrerem às eleições deste ano.

Agência Estado |

 


 

Logo de início, afirmou que o novo chefe da Previdência, Carlos Eduardo Gabas, trouxe de Paris a mãe dele (de Lula) ao evento. O presidente estava se referindo à atriz Glória Pires, presente à cerimônia, que interpretou sua mãe, Dona Lindu, no filme "Lula, o filho do Brasil".

Ele depois disse que mais difícil do que se despedir de ministros que estão saindo porque querem, é demitir companheiros porque eles precisam sair. "Não nomeiem companheiros que vocês não podem tirar do governo", disse. Lula mencionou que, em alguns casos, teve dificuldade maior para demitir alguns ministros, mas afirmou que só contará esses casos "quando estiver próximo da extrema-unção".

Dilma

No discurso, Lula se referiu à pré-candidata petista à Presidência da República, Dilma Rousseff, como ex-ministra da Casa Civil. Lula afirmou ainda que alguns de seus ministros vão disputar governos e outros voltarão ao Parlamento. Em tom de brincadeira, disse que "nem o céu é melhor do que o Senado". "No céu, você tem que morrer para chegar, no Senado, você vai vivo", completou.

O presidente destacou que a sua relação com os ministros sempre foi de buscar o consenso. "Não usei com eles a palavra determinação ou ordem. Eu sempre peço. Nós conversamos, buscamos acordo fazendo uma construção."

Em seguida, ele iniciou o agradecimento a cada ministro em particular. A Alfredo Nascimento, que deixa a pasta dos Transportes disse: "No momento em que era difícil saber se eu ia ganhar em 2002, ele, lá do Amazonas, apoiou minha campanha." Na época, Nascimento era prefeito de Manaus (AM).

Meirelles

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, deverá definir seu futuro político hoje. Em encontro com o presidente Lula na terça-feira, ele pediu 24 horas para decidir se deixará o governo para concorrer nas eleições. O governo, porém, já dá como certo que ele ficará no BC.

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