Lula descarta licença para fazer campanha para Dilma

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva negou hoje, por três vezes, que avalia a possibilidade de se licenciar do cargo para ajudar na campanha da pré-candidata do PT ao Planalto, Dilma Rousseff. A uma pergunta feita após almoço oferecido ao presidente do Líbano, Michel Sleiman, no Palácio do Itamaraty, se esse seria um dos seus planos, Lula negou de forma incisiva: não, não, não.

Agência Estado |

A suposta possibilidade de afastamento de Lula foi publicada no início do mês passado no jornal O Globo. De acordo com a publicação, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), é quem assumiria interinamente o posto, pois o vice-presidente, José Alencar, e o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), também devem concorrer a cargos eletivos nessas eleições.

Lula ainda reclamou dos que disseram que o governo tem interesse eleitoral com a obra da hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA). "Eu ouvi um cidadão dizer que isso foi político. Quem não fez política fez o apagão", disse ele, referindo-se ao governo anterior. "As usinas de Belo Monte, Jirau e Santo Antônio são coisas que nossos adversários torcem para não dar certo."

Lula ainda citou a importância do empreendimento para a economia do País. "Um país que quer ser a quinta economia do mundo e oferecer ao investidor energia, tem que pensar cinco anos para a frente. E é por isso que estamos fazendo essa (Belo Monte), Santo Antônio, Jirau, Estreito e o Complexo do Tapajós", afirmou.

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