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Lula cita PAC ao falar de subida de Dilma em pesquisa

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se esquivou hoje de comentar sobre os resultados da pesquisa de intenção de votos do CNI/Ibope, que apontou um crescimento da sua candidata, Dilma Rousseff, ministra da Casa Civil, nas intenções de voto. Ao final de sua visita oficial à Jordânia, ele preferiu não dar uma resposta direta e indicou que o desempenho de Dilma está ligado à sua condução do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e da nova versão do projeto, o PAC 2, que será lançado no final deste mês. Obviamente que a Dilma foi uma pessoa que coordenou o PAC.

Agência Estado |

De acordo com a sondagem, Dilma mantém agora uma diferença de cinco pontos porcentuais do possível candidato do PSDB, José Serra, governador de São Paulo. Em fevereiro, de acordo com o mesmo instituto, a distância entre os dois era de 11 pontos. Serra teve 35% das intenções de voto. Dilma, por sua vez, cresceu cinco pontos e atingiu pela primeira vez a marca dos 30%, em um cenário que inclui ainda Ciro Gomes (11%), do PSB, e Marina Silva (6%), do PV.

Em seguida, Lula passou a justificar a necessidade do lançamento do PAC 2 ainda neste mês para que os projetos incluídos estejam previstos no Orçamento de 2011. Boa parte das obras estará voltada para a realização da Copa do Mundo de 2014 no Brasil e das Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. "Não posso deixar para o novo presidente pensar o projeto e fazer. Tenho de deixar as coisas andando", disse.

"Obviamente que não é um PAC para o governo Lula, para o governo Dilma, para o governo Serra, para o governo Marina (Marina Silva). É uma proposta de desenvolvimento para o Brasil", completou o presidente, para acrescentar em seguida que seu sucessor pode assumir ou não esse compromisso.

Desconstrução

Questionado horas antes sobre a pesquisa, o assessor da Presidência para Assuntos Internacionais e coordenador do programa de Dilma, Marco Aurélio Garcia, afirmou que ainda é muito cedo para uma análise dos resultados, mas ressaltou que a ministra está "se revelando uma boa candidata" e que "toda tentativa de desconstrução" da imagem dela "não vingou". Outro colaborador do presidente insistiu que a pesquisa não trouxe novidade. "É preciso começar a levitar para haver algo novo", afirmou.

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