Loiras são suspeitas de cometerem crimes

Veja quem são as mulheres que já foram procuradas pela polícia, como as da 'gangue das loiras' que atuava em sequestros relâmpagos em São Paulo

iG São Paulo |

Divulgação
Vanessa Vendramini, loira da gangue que atacava em São Paulo
Mulheres loiras ganharam espaço no noticiário nas últimas semanas, por estarem supostamente envolvidas com o crime. Em São Paulo, uma quadrilha que pratica sequestros relâmpagos ficou conhecida como “gangue das loiras” pela possível participação de cinco mulheres loiras .

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Um homem e sua mulher, a única morena, também são suspeitos de integrar a quadrilha. Segundo o delegado Alberto Pereira Matheus Junior, que investiga o caso, a ação ocorria sempre em dupla: um casal abordava a vítima, sempre uma mulher bonita e de aparência semelhante a uma das loiras.

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Durante toda a ação, o casal se chamava de “Bonnie e Clyde”, em referência à famosa dupla que praticava assaltos nos Estados Unidos na década de 30. A polícia investiga a possível participação de outros homens na gangue.


Interior

Em Salto, cidade no interior de São Paulo, a promotora de vendas Tatiane Miranda Oliveira, de 23 anos, e também loira, foi presa na segunda-feira (26), acusada de estelionato. De acordo com a Polícia Civil, a jovem usava cartões de bancos para fazer compras pela internet.

Ela tem casa própria e carro. A polícia apreendeu 50 cartões de crédito e débito, no nome dela e de outras cinco pessoas, 13 celulares, dois notebooks e um caderno com cadastro de nomes.

Tatiane comprava desde bens de consumo, como computadores, celulares, roupas e sapatos, até viagens para o exterior. Muitos produtos eram revendidos, provavelmente com a ajuda de outras pessoas.

Rio de Janeiro

Em novembro do ano passado, a estudante Verônica Verone, de 18 anos, foi considerada culpada pela morte do amante, o empresário Fábio Gabriel Rodrigues , de 33 anos, e condenada a 15 anos de reclusão.

Durante o julgamento de Verônica, a promotoria a chamava pelo apelido de "loura fatal", um trocadilho pela sua beleza e por ter assassinado o empresário. Ela foi condenada por matar Rodrigues enforcado em um motel em Niterói, região metropolitana fluminense.

Também em novembro de 2011, a “Xerifa da Rocinha” ou “Dona do bairro”, apelidos de Danúbia de Souza Rangel, 27 anos, ganhou espaço na mídia . Ela era considerada a primeira-dama do tráfico de drogas na Rocinha por ser companheira do traficante Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem.

A loira se tornou para muitas jovens um ícone pela vida fácil e luxuosa, sustentada pelo dinheiro do tráfico com joias, roupas caras e passeios paradisíacos. Sua prisão chegou a ser decretada, mas foi revogada pelo próprio juiz em outubro.

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