Linha 5 do metrô de SP desapropriará 360 imóveis

As 11 futuras estações que farão parte da expansão da Linha 5- Lilás do Metrô - que hoje liga o Capão Redondo ao Largo 13 (Santo Amaro) e chegará até a Chácara Klabin, cortando áreas nobres da zona sul - já têm os endereços definidos. As paradas ficarão distribuídas ao longo de três eixos principais: Avenidas Santo Amaro e Ibirapuera e Rua Pedro de Toledo.

Agência Estado |

No total, a extensão da Linha Lilás vai exigir a desapropriação de cerca de 360 imóveis para a edificação das estações e de mais 16 poços.

As informações completas sobre a extensão da Linha Lilás foram apresentadas ontem pelo Metrô. Até agora, só haviam sido divulgadas informações parciais, como a desapropriação de 114 imóveis de alto e médio padrões entre a futura Estação Adolfo Pinheiro e a Subestação de Energia Elétrica Bandeirantes, na região de Moema e Campo Belo, cujos proprietários começaram a ser notificados no mês passado. Para os 360 imóveis que compõem o total necessário a desocupar até Chácara Klabin, há a previsão de gastar R$ 350,6 milhões com desapropriações.

Somando obras e trens, o total a ser investido na Linha 5 será de R$ 4,99 bilhões. O Metrô trabalha com a hipótese de entregar o novo trecho, que se somará aos 10,5 km atuais, deixando a Linha 5 com o total de 21,4 km, em março de 2012. A extensão será totalmente subterrânea. A Linha 5 vai ganhar ainda um novo pátio de estacionamento de trens, chamado Pátio Guido Caloi, na avenida de mesmo nome. Haverá um segundo pátio, subterrâneo, na região do Parque das Bicicletas, na esquina das Avenidas Ibirapuera e Indianópolis, na zona sul. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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