Liminar libera 300 mil estabelecimentos da lei antifumo

SÃO PAULO - A Justiça paulista concedeu, no começo da noite desta terça-feira, a primeira liminar contra a lei antifumo, que proíbe totalmente o cigarro em ambientes fechados públicos e privados no Estado de São Paulo, a partir de agosto. A decisão favorece as entidades que representam bares, restaurantes e hotéis de São Paulo.

Redação |


Em maio, a Associação Brasileira de Gastronomia, Hospedagem e Turismo (Abresi) entrou na Justiça com um mandado de segurança coletivo preventivo contra a nova legislação. Nele, pedia que suas 300 mil associadas ficassem de fora da proibição.

O juiz Valter Alexandre Mena, da 3ª Vara da Fazenda Pública, concedeu liminar e sentença de mérito cancelando a aplicação da legislação. Agora, os fumódromos não podem ser proibidos e os proprietários de bares e restaurantes não devem fiscalizar os clientes.

Ainda tramitam na Justiça outras quatro ações contra a legislação. Todas deram entrada nos tribunais por iniciativa do setor de gastronomia e hotelaria.

No mês passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou um pedido de liminar, que alegava inconstitucionalidade da lei antifumo. A ministra Ellen Gracie, do STF, rejeitou uma ação direta de inconstitucionalidade (Adin), movida pela Associação Brasileira de Restaurantes e Empresas de Entretenimento (Abrasel).

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