Entre os seis manifestantes detidos hoje pela Brigada Militar (como é chamada a PM no Rio Grande do Sul) durante protesto em frente à casa da governadora Yeda Crusius (PSDB) estavam a presidente do Cpers/Sindicato, que representa os professores estaduais, Rejane de Oliveira, e a primeira vice-presidente da entidade, Neida Oliveira. As primeiras informações divulgadas pela polícia indicavam sete detenções.

Depois foi esclarecido que a vereadora de Porto Alegre Fernanda Melchionna (PSOL) também foi levada para a área judiciária junto com os demais detidos, mas em seu caso não houve registro de termo circunstanciado, conforme o delegado. Após serem ouvidos, todos os detidos foram liberados. O protesto diante da casa da governadora foi organizado pelo Fórum de Servidores Públicos Estaduais.

Em nota, a presidente do Cpers disse que a ação da polícia foi "arbitrária e desnecessária". O protesto teve sequência, durante a manhã, em frente ao Palácio Piratini, sede do Executivo. O diretor da Divisão Judiciária de Investigação, delegado Alexandre Vieira, disse que os manifestantes foram detidos por "desacato à autoridade e resistência".

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.