Líderes comunitários do Morro da Providência estavam reunidos por volta das 10h30 com o comando militar da operação Cimento Social na comunidade para discutir medidas sobre o caso dos três jovens encontrados mortos no aterro sanitário de Gramacho, em Duque de Caxias, Baixada Fluminense (RJ). As vítimas teriam sido entregues por 11 militares a traficantes do Morro da Mineira O advogado João Tancredo, do Instituto de Defesa dos Direitos Humanos, acompanha o grupo e anunciou que deve representar gratuitamente as famílias no caso.

Tancredo não acredita que julgamentos militares fique restrito ao Tribunal Militar caso este aceite a tese de que houve apenas um seqüestro. "A causa eficiente do crime foi o fato de os militares entregarem esses jovens nas mãos de uma quadrilha rival. Logo, eles são co-autores do triplo homicídio", declarou Tancredo antes de entrar na reunião.

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.