Líder do PT diz que médicos querem Dilma trabalhando

BRASÍLIA - Apesar da internação da ministra Dilma Rousseff, que teve dores nas pernas e ingressou nesta madrugada no hospital Sírio-Libanês, o líder do PT na Câmara, Candido Vaccarezza (SP), disse que a ministra não deve parar de trabalhar. De acordo com ele, essa não é uma avaliação política, mas médica.

Severino Motta, repórter em Brasília |


Não é uma decisão política, a orientação dos médicos é de que é melhor ela ficar [trabalhando]. Ela está no meio do tratamento, só tem mais dois meses, disse.

Vaccarezza ainda reafirmou a candidatura da ministra Dilma à presidência da República, dizendo que ela vai ser a candidata do PT. Com isso, ele rechaçou a possibilidade de um terceiro mandato para Lula.

Se tiver PEC (Proposta de Emenda Constitucional)[para permitir o terceiro mandato] nós votamos contra. Isso de terceiro mandato só existe na imprensa, disse.

Quem colaborou com Vaccarezza foi o líder do governo na Câmara, Henrique Fontana (PT-RS). De acordo com ele, o terceiro mandato vai existir na forma de projeto e não de uma pessoa.

O terceiro mandato vai ser a Dilma presidente dando continuidade às políticas do presidente Lula, pontuou.

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