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Líder do MLST nega irregularidades e diz que condenação faz parte de jogo da direita

BRASÍLIA - Condenado este ano pelo Tribunal de Contas da União (TCU) a devolver mais de R$ 5,5 milhões aos cofres públicos devido a convênios irregulares, o líder do Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST), Bruno Maranhão, nega problemas nos repasses, realizados a partir de 2003.

Fred Raposo, iG Brasília |

Em entrevista ao iG, por telefone, Maranhão atribui a determinação do tribunal a um jogo da direita, que tenta criminalizar os movimentos sociais.

Isso é luta política baixa, nem estou preocupado, rebate o militante do MLST. Minha relação com verbas públicas sempre se deu por meio de entidades idôneas.

Sem entrar em detalhes, Maranhão diz que está vivendo no Recife, onde atua como articulador político e dirigente do PT e do MST.

Não sou bandido, sou um militante sério. Fundei o MST e o PT, este último com o presidente Lula", defende-se Maranhão, que se diz perseguido desde a invasão de militantes (que qualifica de ato político) na Câmara dos Deputados, em 2006. Vamos confrontar esse desafio também, contra uma gente que é da pior qualidade.

O líder do MLST explica que ainda não foi notificado da decisão do TCU e não deixou claro se apresentará defesa. Mas afirma que acionará seus advogados.

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