STF permite que ex-agente do SNI fique calado em CPI http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/09/17/deputado_chama_diretor_geral_da_pf_de_torturador_e_trapalhao_1870917.html target=_blankDeputado chama diretor-geral da PF de torturador e trapalhão" / STF permite que ex-agente do SNI fique calado em CPI http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/09/17/deputado_chama_diretor_geral_da_pf_de_torturador_e_trapalhao_1870917.html target=_blankDeputado chama diretor-geral da PF de torturador e trapalhão" /

Lacerda confirma participação de 52 agentes na Operação Satiagraha

BRASÍLIA - O diretor-geral afastado da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) Paulo Lacerda confirmou, nesta quarta-feira, a informação dada pelo diretor de contra-inteligência da Abin, Paulo Fortunato, à CPI dos Grampos, de que 52 agentes da agência estiveram envolvidos na Operação Satiagraha, da Polícia Federal. Lacerda negou, porém, que todos eles tenham trabalhado ¿diretamente¿ nas investigações. http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/09/17/stf_permite_que_ex_agente_do_sni_fique_calado_em_cpi_1868006.htmlSTF permite que ex-agente do SNI fique calado em CPI http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/09/17/deputado_chama_diretor_geral_da_pf_de_torturador_e_trapalhao_1870917.html target=_blankDeputado chama diretor-geral da PF de torturador e trapalhão

Carol Pires, Último Segundo/Santafé Idéias |

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Não se trata de contradição, trata-se de confusão. Os agentes trabalhavam em grupos de 10, depois 12 pessoas. Eram equipes de revezamento, que dá um montante de 52, 56 pessoas que tiveram conhecimento da investigação, mas não que trabalharam diretamente nela, explicou Lacerda em depoimento à Comissão Mista de Controle de Atividades de Inteligência (CMCAI) do Congresso Nacional.

Além de Lacerda, prestam depoimento o general Jorge Félix, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI); e Luiz Fernando Corrêa, diretor-geral da Polícia Federal (PF).

Corrêa destacou que as instâncias superiores da PF não foram comunicadas da participação da Abin na Operação Satiagraha. Segundo o diretor, não houve nenhuma comunicação, nem mesmo informal, às instancias superiores da polícia. "Os pedidos partiam do presidente do inquérito. Maiores respostas é a razão de ser do inquérito, disse Corrêa que pontuou ainda que não existiu entrada clandestina de agente da Abin nas terminações da PF.

As declarações de Corrêa foram em resposta à fala do diretor de Contra-inteligência da Abin, Paulo Maurício, que declarou que a aproximação de Protógenes Queiroz, delegado responsável pela operação, com a Abin foi profissional e autorizada pelas instâncias superiores da agência. Não foi uma ação entre amigos. As minhas declarações, eu não tenho competência para analisar o mérito do trabalho que o delegado Queiroz conduziu. Também não cabe a mim analisar sua conduta, disse.

Félix, Corrêa e Lacerda afirmaram, em depoimento secreto à comissão mista na semana passada, que a participação da Abin na Operação Satiagraha, da Polícia Federal, foi apenas informal. À CPI dos Grampos, porém, o diretor de contra-inteligência da Abin, Paulo Fortunato, revelou que 52 agentes da agência estiveram envolvidos na Satiagraha. Essa divergência nos depoimentos motivou o senador Heráclito Fortes (DEM-PI), presidente da CMCAI, a convocar Félix, Lacerda e Corrêa uma segunda vez.

(*com informações do Congresso em Foco)

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