Justiça nega pedido de prorrogação de prisões da Operação Déjà Vu

SÃO PAULO - O juiz federal José Denilson Branco, da 1ª Vara Federal de Sorocaba, negou o pedido de prorrogação de 10 das treze prisões decretadas na última quinta-feira durante a Operação Déjà Vu. A investigação da Polícia Federal apura práticas de tráfico de influência e extorsão em negócios envolvendo agências dos Correios de Bauru (SP), São Paulo e Brasília.

Agência Brasil |

O juiz justificou a negativa para o pedido feito pela Polícia Federal alegando que "a prisão temporária dos envolvidos cessou a prática reiterada das condutas, diante da informação da empresa pública Correios-ECT de que seus servidores possivelmente serão afastados dos respectivos cargos em processo administrativo, assim como a ECT-Correios está colaborando com as investigações e tem interesse no deslinde da investigação.

Com a decisão, todas as pessoas detidas durante a Operação Déjà Vu foram soltas. Três delas, Alex Karpinsck, Damiano João Giacomin e Sebastião Sérgio de Souza, seriam liberadas de qualquer forma já que para eles a PF não havia pedido a  prorrogação de prisão.

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