A 2ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro negou, por unanimidade, o pedido de habeas-corpus para o empresário Paulo Maurício de Lima Barcellos. Ele é suspeito de ter abusado sexualmente de cinco crianças com idades entre 4 e 6 anos em uma creche na Tijuca, zona norte da capital fluminense.

De acordo com o advogado de Paulo, Rene Gonçalves da Rocha, seu cliente sofreu agressões físicas na carceragem da Polinter, no município de São Gonçalo. Por causa da violência, o suspeito foi transferido para a base da Polinter em São João de Meriti.

Segundo o relator do processo, desembargador Antonio José Carvalho, o pedido de liberdade provisória foi negado porque uma pessoa capaz de cometer o crime do qual o réu é acusado representa risco à coletividade e deve ser mantido afastado da sociedade.

Diretor de uma creche na Tijuca, Paulo Maurício foi preso por policiais da Delegacia da Criança e do Adolescente Vítima (Dcav) no último dia 14 de janeiro . Os agentes cumpriram o mandado de prisão preventiva após conclusão das investigações, iniciadas a partir da comunicação dos responsáveis das supostas vítimas.

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