Justiça mantém lavrador que abusou das filhas preso

Delegada conclui inquérito sobre o caso e juiz decreta prisão preventiva de José Agostinho

AE |

O juiz Anderson Sobral de Azevedo, da 1ª Vara de Pinheiro (Maranhão), decretou nesta tarde a prisão preventiva do lavrador José Agostinho Bispo Pereira, de 54 anos, acusado de ter explorado sexualmente de duas filhas e de ter mantido uma em cárcere privado por 16 anos. Ele teve oito filhos com ambas. O lavrador também é acusado de ter abusado de duas filhas-netas, uma de cinco e outra de oito anos.

O juiz aceitou a argumentação da promotora da infância Alineide Martins de que a prisão preventiva do lavrador objetiva a manutenção da ordem pública da cidade maranhense. Pela decisão judicial, José Agostinho Pereira continuará preso na Delegacia Regional do município. Ele está isolado de outros presos e disse ontem que tinha medo de ser transferido para São Luís.

Nesta quarta-feira, a delegada regional de Pinheiro, Laura Barbosa, concluiu o inquérito sobre o caso. A delegada indiciou o lavrador pelos crimes de estupro presumido, estupro de incapaz, abandono intelectual, abandono material e cárcere privado. Por esses crimes, o lavrador pode pegar até 30 anos de prisão.

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