Justiça liberta primeiro réu do caso do goleiro Bruno

Depois de cinco meses preso, motorista que trabalhava com o ex-goleiro do Flamengo foi solto neste sábado

Agência Estado |

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O motorista Flávio Caetano de Araújo, que trabalhava para o goleiro Bruno Fernandes, foi solto hoje da prisão. Ele teve habeas corpus concedido pelo Justiça mineira após cerca de cinco meses encarcerado, acusado de envolvimento no sequestro e morte de Eliza Samudio, ex-amante do jogador.

Araújo foi preso em julho, junto com outros dois indiciados no processo - que tem hoje nove réus. O motorista é acusado de ter levado Eliza para o sítio de Bruno em Esmeraldas (MG), na região metropolitana de Belo Horizonte, onde ela foi vista pela última vez, no início de junho.

A defesa dos acusados já entrou com diversos habeas corpus e outros recursos em diferentes estâncias da Justiça, inclusive com pedido de trancamento da ação. No entanto, Flávio foi o primeiro beneficiado pelo Judiciário.

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