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Justiça de São Paulo manda soltar acusados do crime do Papai Noel

SÃO PAULO - Os empresários Nicolau Archilla Galan, de 81 anos, e Renato Grembecky Archilla, de 49 anos, pai e filho, conseguiram habeas-corpus na manhã desta terça-feira. Eles são acusados de mandar matar a publicitária Renata Archilla, baleada por um policial militar vestido de Papai Noel em dezembro de 2001, em São Paulo.

Agência Estado |

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O avô, Nicolau, e o pai dela, Renato Archilla, estão presos desde agosto. A decisão foi tomada durante uma sessão da 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), por 2 votos a 1.

A vítima recebeu três tiros no rosto, mas sobreviveu. Em 12 de agosto, o pedido de habeas-corpus dos acusados foi arquivado pela Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF).

A intenção deles seria evitar que a vítima herdasse os bens da família. O caso ficou conhecido como "crime do Papai Noel", pois o executor atacou a vítima fantasiado. A ação foi realizada quando Renata parou seu um carro em um cruzamento movimentado de São Paulo. O autor esperou o semáforo fechar e realizou os disparos.

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