SÃO PAULO - O presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, Roberto Vallim Bellochi, determinou na tarde desta sexta-feira que a Guarda Civil Metropolitana (GCM) de São Paulo termine imediatamente a greve iniciada no último dia 25.

Em caso de desobediência, o Sindicato dos Guardas Civis Metropolitanos e a Associação Paulista dos Integrantes e Funcionários das Guardas Municipais estarão sujeitos à multa diária de R$ 100 mil cada um.

Nesta manhã, cerca de 200 servidores da Guarda Civil Metropolitana  fizeram uma manifestação no Viaduto do Chá, região central de São Paulo.

Os guardas civis querem o reajuste do salário-base da categoria, implantação de um plano de carreira e aumento do porcentual de gratificação. O envio à Câmara de um projeto de lei de autoria do  prefeito de São Paulo Gilberto Kassab para dar abono a policiais que trabalhem para a Prefeitura acirrou o embate com os guardas civis. A proposta foi aprovada na última quarta-feira pelos vereadores por unanimidade.

Nesta quinta-feira, Kassab disse que não vai negociar com os servidores enquanto eles estiverem em greve.

De acordo com o Sindicato, 800 guardas - cerca de 70% do efetivo da categoria - aderiram à greve, mas a Secretaria Municipal de Segurança Urbana afirma que a paralisação não ocorre nas proporções divulgadas pelos grevistas.  

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