Justiça converte em prisão domiciliar pena de Nenê Constantino

Policiais estiveram na casa do empresário para cumprir mandado, mas Código Penal impediu execução

iG São Paulo |

Futura Press
Empresário Nenê Constanino em foto de março de 2010
A Justiça do Distrito Federal converteu em prisão domiciliar a decisão que destinava o empresário Nenê Constantino, fundador da companhia aérea Gol, a cumprir pena em regime fechado, preventivamente, suspeito de tentativa de homicídio de João Marques dos Santos .

Durante a madrugada, um dos advogados do empresário e um oficial de justiça levou a decisão da juíza Sandra de Sanctis, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF), aos policiais que estavam na entrada da rua de sua residência . Os policiais obedeciam a um pedido de prisão preventiva expedido na quarta-feira.

Na noite de quarta-feira, a delegada Mabel de Faria, da Coordenação de Investigação de Crimes contra a Vida (Corvida) havia mobilizado o efetivo para a casa do empresário para cumprir os mandados de prisão, mas o Código Penal impede que mandados de prisão sejam cumpridos entre as 18h e o amanhecer.

Constantino também responde a dois processos que apuram a tentativa de assassinato do ex-genro, Eduardo de Queiroz, em 2008, e a morte do líder comunitário Márcio Leonardo, em 2001.

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