Justiça condena quatro acusados por furto de obras do Masp

SÃO PAULO - O juiz Marcello Ovídio Lopes Guimarães, da 18ª Vara Criminal de São Paulo, condenou na quarta-feira (4) os quatro acusados por furto de duas obras do Museu de Arte de São Paulo (Masp) no dia 20 de dezembro de 2007. Na ocasião, o grupo furtou duas telas - O Lavrador de Café, de Cândido Portinari, e O Retrato de Suzanne Bloch, de Pablo Picasso.

Redação |

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Obra de Picasso recuperada pela polícia
O grupo criminoso era formado por Moisés Manoel de Lima Sobrinho, conhecido como "Alemão", Francisco Laerton Lopes de Lima, o "Gordo" e Robson de Jesus Jordão, o "Robinho". Alexsandro Bezerra da Silva também foi condenado pelo seu envolvimento no crime. Segundo a Justiça, ele sabia da origem dos quadros e mesmo assim ocultou as obras em casa.

Moíses, por ter confessado, foi condenado a seis anos e cinco meses de reclusão. Francisco, reincidente por roubo, oito anos e um mês de reclusão mais 29 dias-multa. Robson, devido à tripla reincidência, a nove anos e seis meses de reclusão e 35 dias-multa.

A pena mais leve foi para Alexsandro, com 3 anos e 30 dias-multa. Segundo a Justiça, o seu envolvimento no crime foi bem inferior se comparado com os demais do grupo. Por isso, ele pode recorrer da decisão em liberdade. Os réus Moisés, Francisco e Robson iniciarão cumprimento de pena em regime fechado e não poderão recorrer em liberdade.

Os réus também foram processados por duas tentativas de roubo, nos dias 8 de dezembro e 29 de outubro de 2007. A juíza Cristina Escher Fanucchi, da 16ª Vara Criminal de São Paulo sentenciou Robson por uma das tentativas de invasão em 29 de outubro de 2007.

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