RIO DE JANEIRO ¿ A 12ª Câmara Cível do Rio condenou o Metrô Rio, nesta terça-feira, a indenizar em R$ 150 mil, por danos morais, o pai da estudante Gabriela Prado, de 14 anos, morta durante um tiroteio, em 2003, numa estação do metrô. Segundo o advogado da família, Carlos Santiago irá usar o valor em prol do movimento ¿Gabriela Sou da Paz¿, fundado por ele e pela ex-mulher Cleyde Prado Maia, falecida no mês passado, vítima de um Acidente Vascular Cerebral (AVC).

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O movimento tem como objetivo cobrar do governo mudanças no Código Penal Brasil com o intuito de combater a impunidade de criminosos. De acordo com a assessoria do Metrô Rio, a concessionária vai aguardar a notificação oficial da Justiça para se pronunciar. A empresa ainda pode entrar com um recurso contra o resultado.

Relembre o caso

A estudante Gabriela Prado Maia morreu no dia 25 de março de 2003.  Ela foi atingida por um tiro no lado direito do peito depois que dois homens levaram R$ 619 da bilheteria do metrô.

Durante a fuga, os criminosos foram abordados por um policial civil. Os assaltantes atacaram o agente e roubaram sua arma. Um outro policial, que descia as escadas da estação, percebeu a situação e passou a efetuar uma série de disparos. Na troca de tiros, Gabriela, que também chegava ao local, foi atingida. Ela ainda foi levada para o Hospital do Andaraí, mas chegou morta à unidade.

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