A juíza Isaura Cristina Barreira, da 30ª Vara Criminal da capital paulista, condenou dois integrantes de uma quadrilha especializada em abastecer o Primeiro Comando da Capital (PCC) com celulares clonados.

O grupo foi desmantelado em julho do ano passado pelo Grupo de Atuação de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público Estadual.

Segundo o promotor José Reinaldo Carneiro, do Gaeco, nos 20 meses em que agiu o grupo fraudou a operadora Vivo em pelo menos R$ 329 mil.

O esquema contava com a cooperação de uma funcionária de uma prestadora de serviços da operadora, Priscila Ferreira dos Santos Correa, que foi condenada a 3 anos e 4 meses de prisão, em regime semi-aberto, por furto qualificado.

O ex-estudante de Engenharia Heitor Belucci Agrícola, responsável por efetivar a habilitação dos celulares, também foi condenado. Ele terá de cumprir 4 anos e 4 meses de reclusão, em regime fechado, por furto qualificado e formação de quadrilha.

Os dois ainda podem recorrer da sentença no Tribunal de Justiça. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

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