Justiça concede habeas corpus para Adriana Villela

Filha do ex-ministro do TSE José Guilherme Villela foi presa nesta quinta-feira no Rio de Janeiro

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A arquiteta Adriana Villela, acusada de envolvimento na morte de seus pais, em agosto de 2009, conseguiu habeas corpus nesta sexta-feira. A defesa da suspeita entrou com o pedido na Justiça por volta de meia-noite desta quinta-feira, e nesta sexta-feira, às 11h45, o desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, George Lopes Leite, concedeu o direito de responder ao processo em liberdade.  

Adriana é acusada de envolvimento na morte de seus pais, o ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), José Guilherme Villela, e Maria Carvalho Mendes Villela, além da empregada da família, Francisca Nascimento da Silva, em agosto de 2009. Ela foi presa em Ipanema, no Rio, na manhã desta quinta-feira, por policiais de Brasília que contaram com o apoio de agentes da Polinter.

O mandado de prisão havia sido expedido pelo juiz do Tribunal de Justiça do DF, Fábio Francisco Esteves, na última terça-feira, 25, e concedido no mesmo dia. Adriana é apontada pela Polícia Civil do Distrito Federal como mentora do assassinato. Em setembro do ano passado, a arquiteta chegou a ficar 18 dias presa no Presídio Feminino do Gama. Ela foi solta em função de um habeas corpus.

Em novembro, um ex-porteiro do prédio onde o ex-ministro morava foi preso acusado do crime. Depois de confessar o crime alegando que Villela o havia destratado, ele mudou a versão e disse que Adriana havia encomendado o crime .

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