Júri popular condena Farah por homicídio e ocultação

Ao fim do terceiro dia de julgamento, o júri composto por cinco mulheres e dois homens considerou culpado o médico Farah Jorge Farah, acusado de homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver pelo assassinato de ex-paciente e namorada, Maria do Carmo Alves, em janeiro de 2003. O veredicto foi proferido por unanimidade, aguardando-se agora a definição da sentença condenatória pelo juiz Rogério de Toledo Pierri, do 2º Tribunal do Júri do Fórum de Santana, que preside o julgamento.

Agência Estado |

O advogado do médico, Roberto Podval, tentou fazer prevalecer a tese de que o crime foi cometido em legítima defesa "Farah foi motivado pelas perseguições feitas por Maria do Carmo", sustentou o advogado. No entanto, segundo a Promotoria, a vítima estava sedada no momento do assassinato e, portanto, não cabia alegar legítima defesa. Ao deporem ontem, outras ex-pacientes do médico relataram terem sido vitimas de abuso sexual.

    Leia tudo sobre: iG

    Notícias Relacionadas


      Mais destaques

      Destaques da home iG