Já dura quatro horas o julgamento, no Supremo Tribunal Federal (STF), sobre a constitucionalidade da Lei de Imprensa. Por volta das 18 horas, o relator da ação, ministro Carlos Ayres Brito, lia seu voto de cerca de cem páginas.

Brito disse que a Constituição federal garante a ampla liberdade de imprensa. Segundo ele, "a imprensa tem o dever de informar a população" e que "todo agente público está sob permanente vigília".

Ele acrescentou que os "agentes públicos estão expostos aos saneadores efeitos da parábola da mulher de Cesar: não basta ser honesta, tem que parecer honesta." A ação que contesta a Lei de Imprensa foi ajuizada pelo PDT.

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