Os juizados especiais que vinham funcionando desde o dia 8 de outubro do ano passado nos cinco aeroportos de maior movimento no País encerraram suas atividades na segunda-feira. Durante esse período, mais de 15 mil passageiros foram atendidos pelos juizados.

As unidades foram instaladas no auge da crise aérea brasileira, quando eram comuns as cenas de desrespeito aos usuários e descaso.

De acordo com a conselheira Andréa Pachá, presidente da Comissão dos Juizados Especiais no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), esse tipo de cena deixou de fazer parte do cotidiano dos aeroportos. As reclamações mais freqüentes foram atrasos e cancelamentos de vôos, falta de assistência, extravio, violação ou furto de bagagens e overbooking.

Com relação às empresas mais reclamadas, a Gol liderou o ranking nos cinco aeroportos onde os juizados foram instalados, seguida pela TAM. Segundo a conselheira Andréa Pachá, a expectativa do CNJ é de que a crise se resolva definitivamente e que não haja mais necessidade de reinstalar os juizados.

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