Juiz tira prisão preventiva de seis PMs acusados de integrar grupo de extermínio

SÃO PAULO - O juiz Gabriel Pires de Campos Sormani, da 3ª Vara Criminal de Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, determinou que seis dos 15 policiais militares, que tiveram sua prisão preventiva decretada por suspeita de integrar um grupo de extermínio, terão sua prisão reconsiderada. Por enquanto, eles respondem em liberdade, de acordo com o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP).

Redação |

As prisões foram pedidas após a Polícia Civil ter concluído as investigações da morte de jovens, que foram decapitados no ano passado. De acordo com a polícia, os acusados integravam um grupo de extermínio temido na zona Sul de São Paulo em Itapecerica da Serra, Grande São Paulo, por decapitar as vítimas. Eram conhecidos como Os Highlanders.

Além de quatro decapitações, o grupo é investigado por um duplo homicídio ocorrido em 15 de janeiro de 2008. Diego dos Santos, de 18 anos, e o amigo Júnior, de 15, foram abordados, segundo testemunhas, por uma viatura da Rota.

A Polícia Militar alega que, no dia do desaparecimento de Diego e Júnior, a viatura da Rota com as placas citadas na investigação não deixou o pátio da unidade. Policiais militares também alegaram que a viatura do 37º Batalhão apontada como a que teria sido usada na abordagem de Alves, o portador de deficiência mental, estava estacionada no quartel na hora dos fatos

Após o inquérito, 14 policiais foram indiciados e os que seguem presos estão no Presídio Militar Romão Gomes, na zona norte da capital.

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