Juiz preso nega irregularidades em liberação do FPM

Preso em uma sala do Bope (Batalhão de Operações Especiais) da Polícia Militar, em Brasília - mesma dependência onde ficou PC Farias, tesoureiro de campanha do ex-presidente Fernando Collor -, o juiz federal Wellington Militão dos Santos foi interrogado hoje durante cerca de 3 horas e meia sobre a acusação de envolvimento com o suposto esquema de desvio de R$ 200 milhões do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Segundo a Polícia Federal, que conduz inquérito sobre o caso, o juiz negou irregularidades na expedição de mandados para liberação de 3% do FPM retido.

Agência Estado |

Militão tentou demonstrar tranqüilidade e segurança durante a audiência de interrogatório. Ele é um dos 51 suspeitos aprisionados pela Operação Pasárgada, desencadeada simultaneamente ontem em Minas, na Bahia e no Distrito Federal. O juiz trabalha na 12.ª Vara Federal de Belo Horizonte. Além do juiz foram capturados 16 prefeitos. A PF informou que pelo menos outras 5 prefeituras e mais um juiz federal estão sob investigação.

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