Juiz apura denúncias de abusos na P-2 de Venceslau

O juiz-corregedor dos Presídios da Comarca da Capital, Cláudio do Prado Amaral, apura denúncias de abusos, maus-tratos e espancamentos de presos na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, no oeste do Estado de São Paulo. O magistrado recebeu pelo menos 200 cartas com reclamações de detentos.

Agência Estado |

A maior queixa dos presidiários é em relação ao dia de visita, quando suas mulheres, mães e filhos ficam quatro horas trancados nas celas.

O relacionamento entre presos e funcionários está cada vez mais difícil na P-2 de Venceslau, considerada grande foco de tensão no sistema prisional do Estado. A Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) resolveu trocar a diretoria da unidade. Em meio à tensão, Luís Fernando Negrão Bizzotto assume hoje o cargo de diretor-geral em substituição a Paulo César Coutinho, que deverá dirigir a Penitenciária 1 de Avaré.

A P-2 de Venceslau vive seu maior período de turbulência desde maio de 2006, quando 865 presos apontados como integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) foram isolados no presídio. Por causa desse isolamento, São Paulo enfrentou uma onda de ataques do crime organizado. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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