SÃO PAULO - Para o governador de São Paulo, José Serra, a greve da polícia civil tem motivações políticas. Não se pode brincar com questões de segurança, afirmou Serra durante uma entrevista para rede Bandeirantes de Televisão. http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/10/16/forca_sindical_diz_que_serra_e_intransigente_irresponsavel_e_quer_ajudar_kassab_2051878.html target=_topForça Sindical diz que Serra é intransigente, irresponsável e quer ajudar Kassab http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2008/10/16/pt_refuta_serra_e_nega_participacao_em_confronto_em_sp_2052288.html target=_topPT refuta Serra e nega participação em confronto em SP

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As declarações do governador vieram após um conflito entre policiais civis e militares, na tarde desta quinta-feira, no entorno do Palácio dos Bandeirantes. O choque ocorreu quando os agentes civis, em greve há um mês, tentavam furar uma barreira da PM, que tentava impedir uma manifestação em frente à sede do governo Paulista.

Na avaliação do governador, pessoas ligadas a partidos políticos e entidades sindicais buscam tirar proveito da greve e buscam reverter a situação para o cenário eleitoral.

AE

Confronto entre policiais militares e civis em SP
José Serra citou diretamente diretores da Central Única dos Trabalhadores (CUT), do Partido dos Trabalhadores (PT) e da Força Sindical, liderada pelo deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (PDT). "O Paulinho é investigado em Brasília. Ele quer tirar proveito eleitoral da situação. O PT e a CUT buscam o mesmo", comentou o governador.

Em relação à dificuldade de um acordo entre o Estado e os manifestantes, Serra disse que não negociará "com uma faca no pescoço". Ele garantiu que polícia paulista, Civil e Militar, está unida e apenas uma minoria decidiu partir para o confronto.

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