José Alencar deixa hospital Sírio Libanês

O vice-presidente da República, José Alencar, deixou o hospital Sírio Libanês depois de ter recebido alta esta manhã. Segundo seu assessor, Adriano Silva, que o acompanha, José Alencar está se sentido bem e segue para casa, onde o espera sua esposa, dona Marisa Gomes.

Agência Estado |

Ele tinha sido internado no último dia 17, para avaliação do seu estado clínico.

O vice-presidente da República conversou com jornalistas à saída do hospital. Disse que deve fazer novos exames na próxima terça-feira e poderá passar por uma nova sessão de quimioterapia, a depender do seu estado geral. Alencar falou rapidamente pouco antes de seguir para sua residência e disse que está se sentindo bem e que o tratamento pode também ocorrer na quarta-feira ou na quinta. Ainda que a quimioterapia seja um tratamento clássico e não revolucionário, ele se mostrou animado. "Se aqueles tratamentos revolucionários (nos EUA) não deram certo, vamos voltar ao convencional e este vai dar certo", afirmou.

José Alencar luta contra um câncer abdominal há 12 anos. Ele disse ter falado por telefone com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está em São Paulo, mas ambos não devem se encontrar neste fim de semana.

Noticiário econômico - Ainda que tenha passado os dois últimos dias internado, o vice-presidente mostrou que segue acompanhando de perto o noticiário econômico. Ele afirmou que as notícias sobre o Brasil são muito boas e que o País superou a crise em tempo recorde.

Alencar comentou ainda o artigo do jornal francês Le Monde, publicado na última quinta-feira, que deu razão ao presidente Lula em sua previsão de que a crise no Brasil não passaria de uma "marolinha". "O Brasil é muito forte, graças à política fiscal responsável", disse Alencar. E acrescentou que o sucesso do País no enfrentamento da crise foi possível apesar dos juros altos.

O vice não abandonou sua bandeira em defesa de juros mais baixos e disse que o Banco Central deveria reduzir a taxa básica (Selic) a padrões internacionais, "porque o Brasil é hoje um país de primeiro mundo".

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