RIO DE JANEIRO - A Corregedoria da Polícia Civil investiga o desaparecimento de jóias de ouro, pedras preciosas e pérolas furtadas de dentro de um cofre do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), que foram substituídas por peças falsas.

De acordo com a corregedora, delegada Ivanete Araújo, cerca de 15 policiais lotados no ICCE têm acesso à sala da Merceologia (que analisa as características mercadológicas de objetos apreendidos), onde estava o material desaparecido.

As jóias foram apreendidas em março pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) na Operação Eldorado, montada para reprimir os crimes de receptação de jóias, ouro, relógios, entre outros bens, roubados no Rio.

Segundo a delegada, não há estimativa do valor das peças nem há informação precisa da quantidade delas. Até agora, a perícia já detectou a falta de pelo menos 12 anéis de ouro, cordões de pérolas e brincos. O furto foi percebido no dia 15 e já se sabia que todo o material que estava apreendido era verdadeiro. Pelo menos um dos anéis estaria estimado em cerca de R$ 50 mil.

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