O ministro da Defesa, Nelson Jobim, procurou hoje encerrar a polêmica na qual se envolveu em torno das suspeitas de que funcionários da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) estariam envolvidos no episódio dos grampos ilegais nos telefones do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes. Este assunto está ultrapassado, afirmou o ministro.

Ontem, o ministro reiterou a acusação de que a Abin comprou material que permite escutas telefônicas, apesar de a agência ser proibida de fazer grampos. Jobim tinha levado essa informação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva no início da semana e ontem confirmou em público a compra feita pela Abin. Hoje, no entanto, não quis mais falar sobre o assunto. "Vamos esperar as investigações", disse o ministro.

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