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Jobim diz que impressão de voto previsto na reforma eleitoral é retrocesso brutal

Brasília - O ministro da Defesa, Nelson Jobim, classificou, nesta quinta-feira, como um retrocesso brutal parte das mudanças aprovadas ontem pela Câmara dos Deputados na Lei Eleitoral. Um dos pontos criticados pelo ministro é a impressão do voto pela urna eletrônica.

Agência Brasil |

"Tem uma coisa que eu acho um retrocesso brutal, que é voltar ao sistema de impressão do voto. Isso é um retrocesso brutal, um equívoco técnico e político. Só vai atrasar o processo eleitoral e não tem justificativa técnica. Vai criar problemas e não gerar soluções, disse o ministro.

De acordo com a proposta aprovada pela Câmara, a partir de 2014, os votos serão impressos pelas urnas eletrônicas. A impressão servirá para a conferência do eleitor, e deverá ser depositada em outra urna.

A proposta prevê ainda que, após o fim da votação, seja realizada uma audiência pública para auditar 2% das urnas eletrônicas do país. A Justiça Eleitoral terá que analisar pelo menos três urnas de cada cidade. Antes de virar lei, a proposta de reforma eleitoral precisa ser aprovada pelo Senado.

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