Ituverava registra primeiro caso de malária da cidade, no interior de São Paulo

SÃO PAULO - O primeiro caso de malária registrado na história da pequena cidade de Ituverava, no interior de São Paulo, foi detectado no final de março e só agora divulgado pela Vigilância Epidemiológica do município. A suspeita é de que a cortadora de cana Fernanda Soares Macedo, de 26 anos, moradora no distrito de São Benedito da Cachoeirinha teria contraído a doença nas lavouras de cana da Usina Caeté, no município mineiro de Delta, distante 60 quilômetros de Ituverava, onde ela trabalha.

Agência Estado |

Fernanda procurou a Santa Casa de Ituverava no dia 23 de março achando que estivesse com uma forte gripe. Mas como apresentava febres constantes e dores pelo corpo todo, acabou internada com os exames comprovando o quadro de malária.

De acordo com a enfermeira-chefe da Vigilância Epidemiológica do município, Ione Márcia Mendonça, "está sendo feito um trabalho educativo no distrito". Ela disse que nenhum mosquito transmissor da malária foi encontrado no local. "Este foi um caso bem isolado", afirmou.

Equipes da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen) de Ribeirão Preto, no interior paulista, e de Uberaba, em Minas, já estiveram na Usina Caeté tentando encontrar algum foco do mosquito, mas sem sucesso. A cortadora de cana já recebeu alta e está terminando o tratamento em casa. Ela ficará afastada do serviço até dia 30 de abril.

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