Isabella: briga por ciúme antecedeu crime, diz promotor

O promotor Francisco Cembranelli, que cuida do caso da morte da menina Isabella Nardoni, afirmou hoje, em entrevista coletiva, que uma discussão provocada por ciúme antecedeu as agressões que culminaram na morte da criança. O promotor se referia indiretamente ao suposto ciúme que a madrasta Anna Carolina Jatobá sentia da mãe da menina, Ana Carolina de Oliveira.

Agência Estado |

As brigas de Alexandre Nardoni e Anna Carolina, de acordo com o promotor, eram freqüentes, especialmente nos finais de semana que Isabella passava com o pai e os meio-irmãos C. e P. no apartamento da família, na zona norte de São Paulo. As brigas, disse Cembranelli, eram acompanhadas pelas crianças.

Cembranelli acredita que o menino mais velho, P., assistiu às agressões a Isabella, asfixiada e jogada pela janela do 6º andar do prédio onde morava a família na noite de 29 de março. "O passado entre pais e filhos traz a possibilidade de as crianças estarem agora correndo risco. Afinal, uma filha de Alexandre está morta", disse o promotor, referindo-se aos dois meninos.

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