Se a Corregedoria da Câmara pedir a abertura de processo contra algum parlamentar por suspeita de venda de cota de passagens aéreas, esse será um feito inédito nas cercanias da Casa. Desde 2003, a Polícia Legislativa da Câmara fez pelo menos cinco investigações sobre comercialização de bilhetes destinados ao exercício dos mandatos parlamentares.

Até hoje, só foram indiciados servidores e agentes de viagens envolvidos nas irregularidades com bilhetes aéreos. Segundo o diretor da Coordenação de Polícia Judiciária, Antônio Carlos de Abreu, nunca houve provas de que deputados sabiam do que era feito com a cota de passagens deles.

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