Inglaterra quer garantir acordos sobre clima

O temor de que a crise financeira possa servir de pretexto para que metas de redução das emissões de gases de efeito estufa sejam deixadas de lado não parece ecoar num dos principais emissores do mundo, a Inglaterra. O país, que tem uma relação histórica com as mudanças climáticas - foi lá que a Revolução Industrial, e o conseqüente uso massivo de combustíveis fósseis, teve início - está assumindo uma postura de liderança na União Européia para garantir que acordos já acertados continuem sendo seguidos.

Agência Estado |

Quando a crise começou a se instalar, alguns países do grupo, em especial Polônia e Itália, pediram flexibilização das metas alegando que tornar a produção mais limpa neste momento ficará caro demais. Acabaram sendo votos vencidos, mas o assunto deve permear as negociações na cúpula do clima que ocorre justamente na Polônia em dezembro próximo.

“Apesar das dificuldades econômicas, achamos que não é hora de voltar atrás nem no nosso plano climático nem no energético”, afirma Joan Ruddock, ministra do recém-criado Departamento de Energia e Mudanças Climáticas da Inglaterra. O órgão entrou em funcionamento há pouco mais de um mês para unir dois assuntos que até então eram tratados separadamente no governo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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