Por Rodrigo Viga Gaier

RIO DE JANEIRO, 4 de maio (Reuters) - Após sucessivas taxas positivas, a indústria brasileira se aproxima de seu recorde de produção, já que está apenas 0,1 por cento abaixo do pico registrado em setembro de 2008, período anterior ao agravamento da crise mundial, avaliou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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Por Rodrigo Viga Gaier

RIO DE JANEIRO, 4 de maio (Reuters) - Após sucessivas taxas positivas, a indústria brasileira se aproxima de seu recorde de produção, já que está apenas 0,1 por cento abaixo do pico registrado em setembro de 2008, período anterior ao agravamento da crise mundial, avaliou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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Indústria brasileira aproxima-se de patamar pré-crise

Por Rodrigo Viga Gaier

RIO DE JANEIRO, 4 de maio (Reuters) - Após sucessivas taxas positivas, a indústria brasileira se aproxima de seu recorde de produção, já que está apenas 0,1 por cento abaixo do pico registrado em setembro de 2008, período anterior ao agravamento da crise mundial, avaliou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Reuters |

Por Rodrigo Viga Gaier

RIO DE JANEIRO, 4 de maio (Reuters) - Após sucessivas taxas positivas, a indústria brasileira se aproxima de seu recorde de produção, já que está apenas 0,1 por cento abaixo do pico registrado em setembro de 2008, período anterior ao agravamento da crise mundial, avaliou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O IBGE informou nesta terça-feira que a produção industrial cresceu 2,8 por cento em março ante fevereiro, a maior alta desde outubro passado, e 19,7 por cento contra igual mês de 2009, melhor resultado desde abril de 1991.

"O nível de produção praticamente empata com o recorde (de setembro de 2008) e alguns setores já estão acima dele", afirmou a jornalistas o economista do IBGE, André Macedo.

"Depois da crise no fim de 2008, 2009 foi um ano de recuperação gradativa do setor industrial... Em 2010, a recuperação se confirma e se traduz em um aumento de atividade com um perfil generalizado de expansão."

O segmento de bens intermediários já se encontra no mesmo nível de produção daquele observado em setembro de 2008, e o setor de bens não duráveis está 3 por cento acima daquele pico.

O segmento de bens de capital, que foi bastante penalizado pela crise, ainda se encontra 7,4 por cento abaixo do recorde histórico. Já os bens duráveis estão 0,6 por cento abaixo.

No primeiro trimestre, a produção industrial cresceu 18,1 por cento ante o mesmo período de 2009. Esse foi o melhor primeiro trimestre de toda a série histórica iniciada em janeiro de 1991.

CRESCIMENTO GENERALIZADO

Segundo o IBGE, em março a indústria brasileira mostrou que se encontra em um momento de expansão generalizada. O índice de difusão, que mede quantos setores estão expandindo a produção, bateu recorde ao alcançar quase 77 por cento.

Apesar do perfil de crescimento espalhado, os bens de capital foram o grande destaque do mês, com alta de 3 por cento ante fevereiro e de 38,4 por cento frente a março de 2009. Foi o melhor resultado desde março de 2004.

"Os bens de capital estão positivos há bastante tempo... favorecidos por isenções fiscais. Temos efeito base (fraca de 2009) para ajudar, mas há de fato uma retomada do investimento", disse Macedo.

"A trajetória ascendente dos bens de capital dá uma qualidade importante para esse crescimento da produção."

Os bens de capital para a expansão e modernização da indústria acumularam no primeiro trimestre alta de 23,6 por cento, após perda de 10,9 por cento no último trimestre do ano passado. Os investimentos da construção civil cresceram 216,2 por cento, contra recuo de 6,4 por cento no quarto trimestre.

(Reportagem adicional de Denise Luna)

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