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Um grupo de índios guaranis e caingangues voltou a ocupar a sede da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), no centro de Curitiba (PR), na manhã desta segunda-feira. Desta vez, os índios pedem a reativação de um contrato com a empresa de transporte que coloca 35 veículos à disposição das aldeias.

Segundo o coordenador da Funasa, Vinícius Paraná, na sexta-feira, a presidência do órgão tinha se colocado à disposição para receber cinco lideranças em Brasília, mas os índios não concordaram com esse número.

Alguns índios, com os rostos pintados e segurando arcos e flechas, postaram-se na porta do prédio e não permitiram que nenhum dos cerca de 300 funcionários que atendem a Funasa, Ministério da Saúde e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ali entrassem.

Somente os coordenadores regionais da Funasa estavam no local para reuniões com os caciques. No dia 27 de maio, os índios já tinham invadido o prédio para pressionar pela liberação de recursos para o atendimento à saúde.

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