Inclusão em foco no Festival Internacional de Londrina

LONDRINA ¿ Mesmo que o termo inclusão gere controvérsias entre muitos estudiosos e artistas, já é um grande passo agregar à pauta de um festival artístico do porte do Festival Internacional deLondrina (FILO) espaço para apresentações de artistas cuja diversidade é evidente. Nesta 41ª edição, o FILO aposta nesse caminho e, claro, vai movimentar as reflexões acerca do tema.

Michel Fernandes, especial para o Último Segundo |

Divulgação

"Judith Quer Chorar Mas Não Consegue"

O grupo carioca Os Inclusos e os Sisos apresenta "Ninguém Mais Vai Ser Bonzinho", espetáculo que busca oferecer acessibilidade total de comunicação com o público, oferecendo uma série de recursos extras como audiodescrição, legendas eletrônicas, material em braile e intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras) para possibilitar que portadores de deficiências visuais e auditivas possam acompanhar a montagem.

Diretamente de Salvador (BA), o cadeirante Eduardo O., ator baiano que já se apresentou em várias cidades do Brasil, mostrando a inclusão como condição primordial da arte do século 21, apresenta seu solo "Judith Quer Chorar Mas Não Consegue".

O Grupo de Teatro Para Atores Especiais, de Londrina (GTPAÊ), completa a programação com "Cenas da Vida", espetáculo que leva ao palco portadores de deficiência intelectual que fazem da arte um caminho de inclusão, construindo uma nova realidade onde não há limitações, apenas diferenças.

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