O nome que faltava ser identificado no IML do Rio é da dona de casa Maria Reis dos Santos, de 60 anos, moradora do Bananal na Ilha Grande. Ela era funcionária da pousada Sankay, parcialmente soterrada por causa de um deslizamento.

A identidade foi confirmada pelo filho dela, Danilo Reis dos Santos, de 24 anos, que chegou neste domingo pela manhã ao IML. Ele já havia identificado o corpo do irmão mais velho, Marcelo Reis do Santos, também morador do Bananal e funcionário da Sankay.

Treze corpos já foram liberados. Permanecem no IML, aguardando a retirada pelos parentes: Marcelo e Maria Reis dos Santos, cujos familiares chegaram nesta manhã; Gabriela e Giovana Repeto; e Ilza Rolan.

Giovana e Gabriela não foram retiradas ainda porque seu pai, Marcelo Repeto, de 45 anos, e a mãe Cláudia Repeto, de 42 anos, estão internados em estado grave em duas clínicas Zona Sul do Rio.

Frank Perlini, perito-legista do IML do Rio, ressaltou a agilidade no trabalho da perícia na identificação dos 18 corpos vindos de Angra dos Reis. Segundo ele, 50 pessoas trabalharam nas últimas 48 horas em regime de plantão, entre médicos, dentistas,e identificados do Instituto Félix Pacheco, no reconhecimento das vítimas. Uma assistente social acompanhou o trabalho.

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