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Identificada moto usada em assassinato de psicóloga

A polícia já identificou a moto usada pelo assassino da psicóloga da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Renata Novaes Pinto, de 44 anos, morta na manhã de quinta-feira. O dono do veículo também foi identificado.

Agência Estado |


Segundo o delegado Jorge Carrasco, titular da Delegacia Seccional Oeste, o proprietário da Titan azul pode ser o possível executor. Ele tem passagem por furto e roubo. "Quando pegar esse motoqueiro praticamente esclareço o crime. Depois é realmente saber o motivo do assassinato."

O delegado explicou que, mesmo com a placa dobrada, conseguiu decifrar os últimos números e um programa de computador ajudou a identificar o restante. Renata foi baleada por um homem de capacete e moletom vermelho. Após atirar, o rapaz subiu na garupa da Titan, que era dirigida por um comparsa. Eles fugiram sem levar nada.

Uma das prováveis razões do crime está relacionada ao trabalho de Renata, que atendia pacientes na clínica psiquiátrica da Unifesp. De acordo com a polícia, a investigação mostra que o ex-marido de uma das pacientes de Renata pode ser o mandante do crime, por achar que a psicóloga estimulou a ex-mulher a pedir a separação.

Na sexta-feira, essa paciente prestou depoimento no 14º Distrito Policial, em Pinheiros. Ela contou que já havia registrado um boletim de ocorrência no 27º DP, no Campo Belo, por estar sendo seguida por motoqueiros, provavelmente a mando do ex-marido, que suspeitava de traição. A polícia descobriu que o motoqueiro que seguia a paciente era um detetive, que tentava verificar se saía com outro homem. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

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